Abrindo oportunidades de desenvolvimento e bons negócios para o Centro-Oeste
A economia emergente do estado de Goiás gera interesse entre os empresários para investimentos, principalmente no setor industrial. Pela possibilidade de crescimento e desenvolvimento, Goiânia foi escolhida para sediar a Mac &Tools – 1º Feira de Máquinas e Ferramentas da Indústria Metal Mecânica do Centro-Oeste que aconteceu entre os dias 26 e 29 de julho de 2011, no Centro de Convenções de Goiânia.
Manual de boa convivência: como manter a paz no...
RIO - Em prédios residenciais, vale bem o ditado que diz “Cada um no seu quadrado”. Mas, não é raro que barulhos, cinzas de cigarro ou um vazamento de água invadam o apartamento do vizinho. E, nessas horas, algumas atitudes simples ajudam a evitar maiores embaraços. Para fazer esse meio de campo, o Morar Bem convidou especialistas em condomínios a darem dicas de como solucionar problemas corriqueiros e inusitados entre os que moram no mesmo edifício.
O síndico como bom mediador
— O que há de mais moderno hoje em dia em termos de resolução de conflito é a mediação e a negociação. Antes de notificar condôminos, o síndico pode assumir esse papel de interlocutor e chamar os vizinhos para uma conversa, seja no banco do prédio ou no bar da esquina, com o intuito de estimular a conversa e o fim do problema — sugere o advogado do setor imobiliário, Arnon Velmovitsky.
Os “quatro C´s” — criança, cano, carro e cachorro — são os principais motivos de reclamações e brigas judiciais. Para pôr fim nisso, a gerente de relacionamento da Lello Empreendimentos, Márcia Romão, recomenda que os síndicos fixem o regulamento interno nas partes comuns do prédio para lembrar aos moradores como usar os equipamentos e evitar transtornos com os vizinhos.
Algumas medidas criativas podem contribuir para a melhoria dos relacionamentos no edifício. Se entre os moradores há muitas crianças, por exemplo, que tal eleger um síndico mirim para dar as diretrizes aos demais pequenos? É uma forma de estimular os pequenos a conhecer e disseminar as regras do condomínios relacionadas a barulho, horários de uso de equipamentos comuns etc. Já quando o problema está relacionado à infiltração, é recomendado o uso do bom e velho perito para saber de onde vem o problema. Vagas de menos para carros demais também costumam gerar conflitos. Participar das assembleias e dar sugestões para esta falta de espaço pode ser um bom caminho para alcançar a paz entre condôminos. Mas os especialistas lembram que existem regras para aprovação de mudanças na convenção:
— É preciso ter a aprovação de pelo menos 3/4 dos proprietários para dar novos rumos para o condomínio. O que inclui a garagem —diz Arnon.
A internet pode também ser uma aliada da boa convivência entre vizinhos. Por site ou blog, o condomínio pode divulgar seu regulamento interno e seus intentos para o ano. E tudo de uma forma lúdica e interativa, para atrair moradores a consultá-lo.
Problemas inusitados e curiosos
Problemas inusitados também podem aparecer no meio do caminho. Como o caso de um judeu e um católico que dividiam o mesmo hall de entrada num condomínio administrado pela Lello. Márcia conta que os dois moradores queriam ter gravuras com símbolos e dizeres de suas respectivas religiões penduradas na estreita parede do corredor. O jeito foi fazer um revezamento.
— Ficou decidido que a cada mês um penduraria a sua religião na parede. Foi um jeito eficaz de manter a paz no condomínio — explica.
E quando o edifício passa a ser ocupado por dezenas de famílias de outro país, como os 160 coreanos de um condomínio de São Paulo. Os moradores tinham o costume de pendurar suas roupas na varanda e descer o elevador de pijama. Mas o regulamento interno não permitia a adoção de tais hábitos. O condomínio providenciou a tradução do documento. O mesmo foi feito com placas de sinalização em partes comuns.
CAMP DAVID, EUA - Os líderes do Grupo dos Oito (G-8), que reúne as oito nações mais poderosas do mundo, disseram neste sábado que é imperativo promover o crescimento e o emprego para reativar a economia global, ao mesmo tempo que asseguraram que desejam que a Grécia permaneça na zona do euro.
- Chegamos a um acordo sobre a importância de uma zona do euro forte e unida para a estabilidade global e a recuperação, e afirmamos nosso interesse de que a Grécia permaneça na zona do euro enquanto respeitar seus compromissos - disseram os líderes em um comunicado emitido após uma reunião em Camp David, nos Estados Unidos.
O grupo concordou ainda em pedir à Agência Internacional de Energia (AEI) que tome ''ações apropriadas'' caso se produzam novas interrupções no mercado do petróleo nos próximos meses, disseram fontes que tiveram acesso ao comunicado emitido ao final do encontro deste sábado.
''Estão acontecendo cada vez mais interrupções no fornecimento de petróleo ao mercado glogal nos últimos meses, o que representa um risco substancial ao crescimento da economia mundial. Em resposta, os grandes produtos elevaram sua produção enquanto buscam contar com uma capacidade excessiva prudente'', diz o comunicado, segundo as fontes. ''Estamos monitorando de perto a situação e nos encontramos prontos para solicitar à Agência Internacional de Energia que tome ações apropriadas a fim de garantir que o mercado esteja bem abastecido''.
O documento não faz nenhuma menção explícita aobre a liberação de reservas estratégidas de petróleo.
G8 faz progressos na crise da zona do euro, diz premier...
CAMP ROUND MEADOW, EUA - Os líderes do Grupo dos OIto (G8), que reúne os países ricos e industrializados, estão fazendo prograssos em abordar as das maiores ameaças a suas economias: a crise da dívida da zona do euro e os altos preços do petróleo, disse, neste sábado, o primeiro-ministro britânico, David Cameron.
Depois de uma reunião bilateral, hoje pela manhã, com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Cameron disse que detectou ''um sentido crescente de urgência na necessidade de agir com relação à crise do bloqueio monetário europeu''.
- É necessário implementar planos de contingência e deve-se fortalecer os bancos, os governos, firewalls - todas essas coisas precisam acontecer muito rápido", afirmou a repórteres em Maryland..
O líder conservador disse que a chanceler alemã Angela Merkel estava "absolutamente de acordo" de que cada país precisa ter em mãos planos sólidos para lidar com seus déficits.
"Crescimento e austeridade não são alternativas", disse.
Obama pressiona por menos austeridade e mais crescimento
CAMP DAVID - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pressionou os líderes europeus para amenizarem a austeridade fiscal e se concentrem no crescimento econômico, no encontro realizado neste sábado com a cúpula do Grupo dos Oito, que servirá para discutir formas de estancar os problemas na zona do euro e afastar o risco de um contágio global. No arborizado refúgio de Camp David, nas Montanhas Catoctin, em Maryland, Obama e líderes de outras potências econômicas tentarão moldar uma maneira comum para combater uma crise que ameaça o futuro da moeda única de 17 nações da Europa.
Embora não sejam esperadas grandes decisões políticas no encontro do G8, os líderes desejam resolver grande parte de suas diferenças para acalmar os mercados financeiros, após as preocupações sobre o risco de saída da Grécia da zona do euro terem derrubado os preços das ações na Europa ao menor nível desde dezembro.
- omara que consigamos definir algumas coisas - afirmou Obama ao primeiro-ministro italiano, Mario Monti, enquanto ele e outros participantes do encontro chegavam para um jantar na noite de sexta-feira, em um chalé no recluso refúgio presidencial.
Mais cedo, Obama se alinhou a Monti e ao novo presidente francês, Francois Hollande, pedindo uma solução para a crise na zona do euro que combine medidas de economia fiscal com uma "forte agenda de crescimento".
No outro lado do debate está a chanceler alemã, Angela Merkel, que pressionou pelas medidas de austeridade fiscal como um meio de derrubar as imensas dívidas que estão castigando as economias europeias.
Os eleitores dos países da zona do euro mostraram frustração com tais medidas, tirando do poder governantes como o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy, derrotado por Hollande, um socialista, na eleição presidencial de 6 de maio.
Um esboço do comunicado oficial do encontro, mostrado à Reuters, vai salientar um "imperativo para criar crescimento e empregos". Na agenda do encontro também estão as preocupações com os preços do petróleo e dos alimentos, além dos casos do Afeganistão, Irã, Síria e Coreia do Norte.
Brasília (8 de maio) – Está aberto, até 22 de maio, o prazo de consulta pública para alteração de três Processos Produtivos Básicos (PPBs). A consulta vale para os produtos unidade de bordo para pedágio e controle de acesso - utilizado em pontos de pedágio nas rodovias -, fitas cassetes de áudio e vídeo gravadas e não gravadas e unidade de disco magnético rígido.
As propostas devem ser encaminhadas para a Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pelo e-mail cgice@mdic.gov.br. As consultas públicas nº 19, nº 20 e nº 21 foram publicadas no Diário Oficial desta terça-feira.
Sobre o PPB
O PPB representa o conjunto mínimo de etapas que caracterizam a industrialização local de determinado produto, que deve ser atendido para a empresa ter direito aos benefícios tributários concedidos às empresas da Zona Franca de Manaus e às que produzem bens de informática e automação com os incentivos fiscais da Lei de Informática (Lei nº 8.248/91), instaladas em qualquer parte do país.
Além do MDIC, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação também é responsável pela análise e concessão de PPBs. A listagem com a Publicação Definitiva de Portarias Interministeriais pode ser consultada no site do MDIC.
A produção industrial caiu 0,5% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, divulgou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que estimaram desde uma queda de 1,30% a uma alta de
A piora na avaliação sobre a situação atual levou a uma queda na confiança dos empresários do setor de Serviços em abril, informou nesta quinta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança de Serviços (ICS) caiu 4,8% na comparação com abril de 2011, ao passar de 135,3 pontos para
LONDRES - O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da zona do euro recuou novamente em março, uma vez que a alta dos preços de energia subiu ao menor patamar em 31 meses, segundo a agência de estatísticas Eurostat. O PPI cresceu 0,5% no mês de março em bases mensais e 3,3% em
SÃO PAULO - O Banco do Brasil informou nesta quinta-feria (3) que todas suas linhas de crédito com juros reduzidos dentro do programa "Bompratodos" tiveram aumento na liberação de empréstimos em abril em relação aos dados de março, com expansão que superou os 200%. No financiamento de veículos, por
Cadeia de fornecedores do setor automotivo terá...
Brasília (24 de abril) – A cadeia de fornecedores do setor automotivo terá um Grupo de Trabalho (GT) específico no conselho de competitividade do Brasil Maior que trata do segmento. O objetivo é fortalecer a cadeia e viabilizar o cumprimento, pelas montadoras, do conteúdo regional exigido pelo novo regime automotivo. A formação do grupo foi definida durante a primeira reunião do Conselho de Competitividade do Automotivo, realizada nesta terça-feira, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
O GT será composto por representantes do MDIC, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, além da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Anfavea e Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
A agenda de trabalho será definida nas próximas semanas, mas segundo adiantou a secretária de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Heloisa Menezes, qualificação profissional e certificação de produtos estão entre os temas a serem discutidos. Durante a reunião, ela ainda destacou a importância econômica do segmento que o conselho representa e a necessidade do grupo pensar em ações efetivas de incentivo à cadeia automotiva.
Mercado nacional
Na primeira reunião do Conselho de Competitividade do Automotivo, foram discutidos os pontos fortes, as oportunidades e ameaças do segmento. Como destaques positivos levantados pelo grupo estão o tamanho do mercado nacional, que é o 4º maior do mundo, com alto potencial de crescimento nos próximos anos, e a relevância da indústria automotiva para a economia brasileira. Dados de 2010 mostram que o faturamento do segmento chegou a US$ 92 bilhões (5% do PIB total e 23% do PIB industrial) e pagamento de tributos (ICMS, IPI, PIS e Cofins) de US$ 25,4 bilhões, nesse ano.
A produção local diversificada - veículos leves, veículos comerciais, máquinas agrícolas e rodoviárias e autopeças - com geração de 1,4 milhão de empregos (diretos e indiretos) é outro ponto positivo. Assim como o fato do Brasil ser o sétimo maior produtor mundial de veículos e se destacar pelo uso de biocombustíveis em larga escala.
Entre os desafios a serem superados pelo segmento estão a valorização do real em relação ao dólar, aumento nas importações de veículos e autopeças, inclusive de componentes eletrônicos, potencializada pela crise financeira nos principais mercados. Os conselheiros também consideram como riscos ao setor a escassez de engenheiros, tecnólogos e técnicos formados no país e os custos mais altos no Brasil, em relação a outros países, para lidar com a burocracia, com aspectos regulatórios e com a legislação tributária.
Objetivos do conselho
O Conselho de Competitividade do Automotivo tem como coordenador Paulo Sérgio Coelho Bedran, do MDIC, e Haroldo Fialho Prates, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). Da reunião de hoje, também participou o diretor da ABDI, Clayton Campanhola.
O grupo tem como diretrizes a serem alcançadas, até 2014: fortalecimento da cadeia de autopeças; estímulo ao aumento das exportações de veículos e autopeças; aumento da inovação, da agregação de valor e de tecnologia, da segurança e da eficiência energética dos veículos produzidos no país; aumento da capacidade produtiva e formação e qualificação da mão de obra.
Os conselhos de competitividade do Brasil Maior – 19 no total – foram criados pelo Decreto nº 7540/2011 com a função de serem o espaço para a discussão de políticas e medidas setoriais de incentivo à indústria. O grupo é formado por integrantes do governo, empresários e representantes de centrais sindicais fazem parte do grupo.
MDIC apresenta Brasil Maior para secretários de...
Brasília (19 de abril) – Os desdobramentos regionais do Plano Brasil Maior foram tema da reunião do Conselho Nacional de Secretários de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Consedic), realizada nesta quinta-feira, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Os secretários do ministério - Humberto Ribeiro, Comércio e Serviços, e Heloisa Menezes, Desenvolvimento da Produção - apresentaram o Brasil Maior e ouviram sugestões dos secretários.
No mesmo encontro, também foi empossado o novo presidente do Consedic, o secretário de Indústria e Comércio de Goiás, Alexandre Baldy, que substitui Ricardo Barros, secretário paranaense de Indústria e Negócios do Mercosul. Ele que foi o primeiro presidente do grupo, criado em abril de 2011 com apoio do MDIC.
Fonseic
Na agenda de trabalho do Consedic estão previstas ações para o desenvolvimento tecnológico e inovação, micro e pequenas empresas, educação e qualificação profissional, desenvolvimento regional, infraestrutura e logística, sustentabilidade, competitividade, arranjos produtivos locais, agronegócio, mineração, relações internacionais e comércio exterior.
O Consedic reúne os secretários da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico de todos os estados e do Distrito Federal. As discussões para a criação do grupo surgiram no âmbito das reuniões do Fórum Nacional de Secretários de Indústria e Comércio (Fonseic), organizado pela Secretaria do Desenvolvimento da Produção (SDP) do MDIC.
Conselho de Competitividade de Metalurgia inicia...
Brasília (19 de abril) – Oito segmentos da metalurgia serão priorizados nas discussões do Conselho de Competitividade de Siderurgia do Brasil Maior, que tem o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior como coordenador. Segundo Tólio Edeo Ribeiro, coordenador do grupo, estudos prévios do Governo Federal mostraram que siderurgia, ferro gusa, ferro ligas, fundição, cobre, alumínio, zinco e níquel são, neste momento, os setores com maior potencial de crescimento.
O conselho, formado por representantes do governo, dos empresários e dos trabalhadores, iniciou as discussões de políticas para o setor em sua primeira reunião, realizada dia 17 de abril, no MDIC. O vice-coordenador é José Guilherme da Rocha Cardoso, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Oportunidades do setor
Os quatro objetivos gerais que irão nortear os trabalhos do conselho são: estímulo ao aumento da demanda por metais, adensamento da cadeia metalúrgica e elevar sua competitividade, promoção do desenvolvimento tecnológico e da inovação na metalurgia e posicionamento da indústria metalúrgica brasileira no mercado global. Entre os pontos fortes do segmento, levantados pelo governo, estão disponibilidade de crédito para o investimento e para a inovação, gestão empresarial e operação profissional, potencial de produção de diversos minérios básicos e existência de centros de ensino e de tecnologia.
No estudo de oportunidades a serem exploradas, vale citar o potencial de crescimento da demanda interna, o mercado externo demandante e crescente e a ampliação dos investimentos internacionais. Por outro lado, o levantamento mostra que o segmento deve ter como pontos a serem trabalhados: preço da energia elétrica, gargalos pontuais na infraestrutura logística, escassez de mão de obra qualificada, com tendência de aumento nos custos, e baixo consumo per capita de metais, por exemplo.
Resumo: Hoje o consumidor já pode contar com normas técnicas de redes de proteção de janelas, sacadas, escadas, mezaninos, parapeitos, floreiras
Notícia:
Hoje o consumidor já pode contar com normas técnicas de redes de proteção de janelas, sacadas, escadas, mezaninos, parapeitos, floreiras e outras proteções semelhantes destinadas à segurança e proteção em edificações.
Essa rede é um conjunto de malhas não metálicas entrelaçadas, destinadas a proteger as pessoas que permanecem ou circulam na sua proximidade contra o risco de queda fortuita, sem, no entanto, impedir a sua passagem voluntária.
Segue as normas sobre o assunto:
ABNT NBR 16046-1:2012 - Redes de proteção para edificações - Parte 1: Fabricação da rede proteção.
Esta Norma especifica os requisitos mínimos para fabricação de redes de proteção para edificações.
ABNT NBR 16046-2:2012 -Redes de proteção para edificações - Parte 2: Corda para instalação da rede de proteção.
Esta Norma especifica os requisitos mínimos de fabricação de cordas utilizadas para instalação de redes de proteção fabricadas conforme ABNT NBR 16046-1.
ABNT NBR 16046-3:2012 - Redes de Proteção para Edificações - Parte 3: Instalação
Esta Norma especifica os requisitos mínimos para instalação de redes de proteção para edificações, fabricadas de acordo com a ABNT NBR 16046-1.
Resumo: Micro e pequenas empresas também causam impactos ao meio ambiente e, diante das dificuldades que muitas delas têm para adotar normas técnicas...
Notícia:
Micro e pequenas empresas também causam impactos ao meio ambiente e, diante das dificuldades que muitas delas têm para adotar normas técnicas, parece mais improvável que possam implementar e manter um Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Mas dentro de mais alguns meses elas terão ajuda nessa tarefa.
Em junho de 2012, coincidindo com a Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, deverá ser publicada a ABNT NBR ISO 14005, que oferecerá orientações para que as organizações, principalmente aquelas de pequeno porte, implementem a ABNT NBR ISO 14001:2004, Sistemas da gestão ambiental - Requisitos com orientações para uso, por meio de um processo em etapas.
A Norma Internacional foi publicada pela International Organization for Standardization (ISO) no final de 2010. Com a responsabilidade de adotá-la como Norma Brasileira, em abril de 2011 a Comissão de Estudo de Sistemas de Gestão Ambiental (ABNT/CE 38:000.01), do Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental (ABNT/CB-38), retomou suas atividades durante o evento de lançamento do Centro Sebrae de Sustentabilidade, em Cuiabá (MT). No mês seguinte, no Rio de Janeiro, iniciou efetivamente os trabalhos.
Agora a Comissão de Estudo está na fase de revisão técnica do texto em português, como informa o coordenador José Augusto Pinto de Abreu. São mais de 80 páginas que poderão determinar novos caminhos para as organizações.
“A ISO 14005 é uma norma com diretrizes para a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental, atendendo aos requisitos da ISO 14001. Essa implantação será feita por etapas com o propósito de facilitar a vida das organizações, em especial as pequenas e médias empresas”, reitera Abreu.
A nova norma também incluirá orientações para o uso de indicadores de desempenho ambiental, de tal forma que se possa ir medindo os resultados da implantação da SGA ao longo do tempo e a cada fase.
Na própria norma, a justificativa: "Um enfoque em fases oferece diversas vantagens. Os usuários podem prontamente avaliar como o tempo e o dinheiro postos em um SGA proporcionam um retorno. Podem ver como as melhorias ambientais ajudam a reduzir custos, melhorar suas relações com a comunidade, ajudam a demonstrar a conformidade com requisitos legais e outros, e ajudam a atender as expectativas do cliente. Podem acompanhar os benefícios do SGA enquanto implementam seu sistema passo a passo, acrescentando ou expandindo elementos à medida que agregam valor à organização. Quando o objetivo do SGA inclui atividades, produtos e serviços de toda a organização que deseja cobrir e estes estão tratados usando todos os elementos desta Norma Internacional em toda a sua extensão, a organização terá desenvolvido e implementado um sistema que cumpre os requisitos da ISO 14001.”
Apoio importante
Um contexto relaciona a previsão de lançamento da Norma Brasileira com a Rio+20. Foi durante a conferência Rio 92 que a ISO decidiu compor um grupo para discutir a normalização e o meio ambiente, o Strategic Advisory Group on Environment (Sage). O resultado do trabalho deste grupo foi a criação do ISO/TC 207, o Comitê Técnico que desenvolve as normas da Serie ISO 14000, sendo a mais recente a ISO 14005:2010, Environmental management systems -- Guidelines for the phased implementation of an environmental management system, including the use of environmental performance evaluation.
No Brasil, os trabalhos da Comissão de Estudo de Sistemas de Gestão Ambiental têm o suporte do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por meio do convênio com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). São realizadas reuniões em várias cidades, com a participação direta de empresários de micro e pequenas organizações de diferentes setores.
“Embora a norma seja útil e aplicável a qualquer setor de atividade, assim como para qualquer porte de empresa, as MPE que integram cadeias de fornecimento do setor de petróleo e gás estão particularmente interessadas nos trabalhos da Comissão de Estudo", informa José Augusto Pinto de Abreu.